Revela-se expressivamente, suporta a dor e ri de alegria, finge como o ator em cena. Se pinta para a beleza, cria outras formas em si mesma. Molda em sua forma, mais superficial mesmo é o que está dentro de cada um, anunciando a vida obscura e implicita de quem não se conhece. De formas e tamanhos, olhos e bocas, narizes, cheiros e cores diferentes, mas que traduzem o quem: A FACE.

sábado, 21 de maio de 2011

Desvendar e descrever o que já conheço e não sei dizer.


Para a FaCe.
 Creio que a cada instante tudo fica mais incerto, inconstante e eu não aprendo a amar.
Mas o tempo é marcador de horas que parecem ser infinitas. Como se o amor não podesse dar sentença de liberdade e assim me fez escravo de seus trejeitos e manias que só conheço e só sei que percebo, quando na ausência, faço-as presentes.
Entre linhas estão escrito tudo que não sei falar, tudo que queria dizer, mas não consigo se quer pronunciar, será que é tão difícil descrever o amor? Com todo esse tempo que passa sem passar fico aqui a desvendar e descrever o que já conheço e não sei dizer.
Apenas entendo que é necessário viver com amor, mesmo sem saber ao certo como ele é. Tem que se fazer e falar igual o Agenor de Miranda: “Pra mim é tudo ou nunca mais, porque quem tem um sonho não dança, meu AMOR”.

Ouvindo e cantando pro mundo: Exagerado

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