Revela-se expressivamente, suporta a dor e ri de alegria, finge como o ator em cena. Se pinta para a beleza, cria outras formas em si mesma. Molda em sua forma, mais superficial mesmo é o que está dentro de cada um, anunciando a vida obscura e implicita de quem não se conhece. De formas e tamanhos, olhos e bocas, narizes, cheiros e cores diferentes, mas que traduzem o quem: A FACE.

sábado, 21 de maio de 2011

Em algum dia, em um lugar...


Acreditou e enamorou-se, conheceu sistematicamente corpo e mente.Surgiu do pó?Da terra?Do sopro? Não sei, apenas existiu e de fato quis existir! Talvez para sentir todas as emoções e sentimentos ou apenas viver.
Vestido de sangue e perfumando com a pele dançou, criou, cantou e fez do mundo o seu palco, do amor sua maquiagem.
È bonito em sua totalidade e por natureza quando vive o que intrínseco, sua humanidade, na forma liberta do que conceituou de perfeito e julgou que o resultado de todas as somatórias, divisões, subtrações e multiplicações que a matéria da vida trouxe seria chamado de FELICIDADE.
Os séculos se passaram desde sua criação e o esquecimento exalou em sua memória, pois vive HUMANO até os dias de hoje, sem a essência da HUMANIDADE.

Para a FaCe: 

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